
Falando sobre a reunião do G20, ela falou sobre o perigo de uma corrida dos países, cada um por si, cada um querendo desvalorizar mais sua moeda. Disse: "A última vez que houve isso, deu no que deu: a Segunda Guerra Mundial." (http://tinyurl.com/298uv7u)
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Pequenas frases, grandes significados. Com essa pouco mais que dúzia de palavras podemos fazer um exercício de dilmologia. A presidente eleita revelou sua concepção de mundo:
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a) keynesiana: o mundo como caos, a ser domado pela influência estabilizadora do Estado;
b) marxista: os acontecimentos políticos como resultado de forças econômicas. A Guerra não ocorreu pelo poder hipnótico de um maluco de bigodinho, mas por cédulas, moedas e produção metalúrgica.
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O uso da boca faz o cachimbo torto e a presidente não nega suas raízes intelectuais. E podemos acrescentar uma terceira característica: ela aham é muito mais culta que o atual presidente. Ele nunca diria algo assim.
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Abraços.
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Amigo estou começando a me interessar pelo estudo para a diplomacia, mas sou muito cru ainda em assuntos de política e política internacional do brasil... o que vc me recomendaria para sair dessa ignorância política? Começar a ler The Economist e The Guardian todos os dias? Ou vc recomenda outras fontes? Fico no agurado de um feedback aqui no blog! Obrigado, Thiago Passos
ResponderExcluirOlá Thiago!
ResponderExcluirRecomendo a Página de "Mídia nacional" do MRE. Creio que não é desinteressante fazer de sua leitura um hábito. E o site www.opendemocracy.net pode lhe dar uma visão mais aprofundada em relação ao The Economist, embora este último também seja importante.
Grande abraço!